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Paulo Afonso Ramos 08/12/2020 - ATITUDE de PROTECÇÃO das ACÇÕES FALHADAS – APAF



Arranjem, por favor, um cenário teatral e instalem-se bem para lerem esta crónica recheada de intempéries criativas e de distrações alusivas ao maior evento social.


Muitos já viram esta peça teatral, não sendo de William Shakespeare (1564-1616) foi um dramaturgo e poeta inglês. Autor de tragédias famosas como "Hamlet", "Othelo", "Macbeth" e "Romeu e Julieta", mas sendo este oriundo do país natal do futebol seria digno que tal encenação fosse provida dos mesmos requintes e da mesma qualidade.


Um comunicado fica sempre bem quando é preciso desviar as atenções e cultivar a teoria da conspiração ou a ideia da vitimização. Como é belo e criativo este povo plantado à beira-mar… por vezes repetitivo também. Lembro-me de um ano em que uma tal presidente dos jornalistas fez a mesma peça e até foi muito promovida.


É preciso dizer que, seja quem for o presidente do SCP, será sempre atacado quando se propuser a defender o seu Clube contra as manobras teatrais ou as injustiças que este Clube carrega ao longo dos anos e não importa que fume, vista cabedal, seja gordo ou magro ou fale melhor ou pior: é para dizimar! Ponto final.



Porque o que tem que prevalecer são os resultados abonatórios para um lado e os resultados prejudiciais sempre para o outro (SCP) lado! E assim se ganham e perdem campeonatos, gera-se dinheiro, influência e poder! E este poder é, obviamente, transversal a todas as áreas da vida social deste pequeno Portugal. Basta ver, com atenção mínima, os diversos episódios de suspeição, corrupção e os muitos inconclusivos arquivamentos…


Portanto, uma atitude de protecção das acções falhadas não corrige os graves erros (em Famalicão) com a bênção do VAR, porque, o mais importante é mesmo, e é necessária, para travar a surpreendente caminhada de uma equipa jovem, sem craques e sem passado, muito mais, de um Clube que, por norma, se autodestrói com uma facilidade tremenda! Vale tudo!


Antes que seja tarde é preciso prejudicar para os colocar no seu lugar habitual. E um comunicado vitimizador é sempre visto como a cereja no topo do bolo. Pena é, que quando tudo acontece com os rivais estes personagens da peça teatral não se lembrem de agir em defesa própria e são tantas as oportunidades para o fazer. E pior, aquilo que acusam – "Gritam quando se sentem prejudicadas, calam-se quando são beneficiadas" – cai tão bem no seu próprio palco de tantas representações péssimas, suspeitas e descaradamente prejudiciais ao SPORTING CP. Pois é…


Se os Adeptos fossem verdadeiros Leões na sua essência, e em maioria, não teríamos sido enganados, usados nem prejudicariam tanto o Clube como o fazem e ainda se dão ao luxo de cultivar a vitimização com comunicados pacóvios a inverter a realidade! Sem vergonha na cara estes actores secundários que teimam em ser e parecer actores principais!


E em nota final, por coerência, assumir frontalmente que pela primeira vez estive de acordo com a posição pública de Frederico Varandas. E em defesa intrínseca do SPORTING CP estarei sempre desse lado, mas, sempre e em qualquer circunstância, em total defesa do SCP!


Entretanto, estejam atentos, porque o corporativismo dos falhados já começou a reflectir-se nos jogos do SPORTING CP e que o digam os jogadores do Clube na Liga Revelação Sub. 23 com a derrota com o Belenenses. Mas não ficam por aqui, vejam as modalidades amadoras e sintam na pele a vingança dos actores deste teatro nacional em cenas dos próximos episódios.

Ou nunca viram este teatro, filme ou ensaio da vida desportiva portuguesa?


Fiquem bem! Talvez tenhamos os que merecemos…


Saudações Leoninas



Paulo Afonso Ramos

08/12/2020


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