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  • Opinião com Assinatura

Luís Nuno Moniz 11/06/2020 - Estão a matar o nosso Sporting

Começo por felicitar nesta minha crónica, todos os verdadeiros Sportinguistas.

É uma honra poder contribuir, desta forma, para a causa do melhor Presidente da História do meu clube, Drº Bruno de Carvalho!


Irei neste meu texto falar de uma forma objectiva, sobre a minha visão do que tem sido o meu Sporting nos últimos dois anos versus o nosso rival em situações idênticas.


Sou Sportinguista por influência paterna assim como do meu irmão, apesar das tentativas de um cunhado muito vermelho em querer-me levar para o outro lado.


Desde o ano 1975, “naveguei” a travessia dos anos 80 e 90, em que os títulos, só aconteciam nas modalidades.


Modalidades essas que, a partir da direção de Sousa Cintra, foram desaparecendo em nome do chamado “Projeto Roquette”, projecto esse que roubou o poder de decisão aos sócios.

Os Presidentes eram nomeados - e não eleitos - uns atrás dos outros, de Roquette a Godinho Lopes sem qualquer eleição para aí dar voz aos sócios.


Os resultados são demais conhecidos até que, em 2013 chegou Bruno Carvalho (vou dar de barato a eleição de BdC em 2011), com coragem para abraçar tamanho desafio, - onde andavam os “notáveis” nesse ano em que os cofres estavam vazios? - ainda para mais sem possibilidade de “churrasquinho”.


Encontrou o clube de rastos e afastado dos sócios e simpatizantes.

Fê-lo renascer das cinzas, aproximou-o dos adeptos, modernizou-o, fez renascer modalidades há muito extintas, tornando-o novamente um dos melhores da Europa.

Devolveu o orgulho aos adeptos, assim como outrora, o sonho de ter uma equipa de futebol a ombrear com os rivais, Benfica e F.C. Porto.


Construiu o melhor Pavilhão desportivo de Portugal, batizou-o com um nome incontornável da nossa história, devolvendo deste modo, justiça na própria história do Clube.

Lutou contra as injustiças do futebol Português assim como, todas as situações menos claras.

É aí que surge “Alcochete” (não existem coincidências), lastimável acontecimento, em que o legítimo Presidente, pessoa incomodativa do estado vermelho que vive o País, é fuzilado na praça pública por uma comunicação social medíocre e criminosa.




Nesse período - pós Alcochete – assistimos ao que demais vergonhoso certos profissionais de comunicação social podiam fazer, vimos até altas figuras de estado (letra pequena não é por acaso) a tentar colar/relacionar o nome de BdC aos terríveis acontecimentos.


Daí até á tese de terrorismo foi um pequeno passo (com os estúdios da CMTV a servir de sala de partos para semelhante tese) e com Rui Pereira - o mesmo que recentemente classificou as pedras sem nome no recente apedrejamento ao autocarro das águias - á cabeça, figura próxima da Procuradora Cândida Vilar, dupla esta que, não teve dúvidas em classificar semelhante acto hediondo de terrorismo, não percebendo deste modo, a falta de respeito para com as reais vítimas de terrorismo por esse mundo fora.


E o que dizer da narrativa em que, o caso “Alcochete” foi o mais negro da história do futebol em Portugal!?

E as mortes que, infelizmente, já aconteceram (uma no Estádio do Jamor, a outra, nas imediações do Estádio da Luz em vésperas de um escaldante Sporting-Benfica) mortes essas sempre com a mesma cor e/ou co-autores foram o quê?

Perante tudo isto, tornou-se óbvio que o objetivo era única e exclusivamente afastar Bruno de Carvalho de cena.






Conseguiram-no através de uma AG, pouco clara com objetivos muito claros.

E agora? Porquê que quem de direito não exige conhecer os reais mandantes desse hediondo acontecimento? Porquê?


O País, com o conhecimento da sentença, perdeu gás na procura de culpados. O canal CMTV não dedicou exaustivas horas a dar a conhecer a inocência do Presidente Bruno Carvalho. Mais uma vez, mostrou-nos as suas reais motivações, como tal, só não vê quem não quer!

Mais uma vez a culpa morrerá solteira. Hoje debatem-se estatutos, tentam-nos mostrar que afinal Bruno Carvalho não foi afastado decido ao trágico acontecimento de Alcochete, foi porque violou os “estatutos do Clube”, estatutos esses que, em direto na TV, o atual Presidente da MAG, assumiu não cumprir. 


Perante os exemplos acima descritos, façam agora um termo de comparação com os últimos acontecimentos ocorridos com o outro clube da segunda circular e tirem as vossas conclusões! 

O nosso Clube está doente, num País doente. 

Urge o legítimo reaparecimento do nosso Presidente. Estaremos cá para ver e ajudar!! 

Viva o Sporting, o Verdadeiro Sporting!! 


Luís Nuno Moniz

11/06/2020



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